fbpx

Blog

Gestão de Pessoas não é com o RH?

Será que é o RH quem faz a gestão de pessoas acontecer? Não.

Na essência, a gestão de pessoas de verdade, na prática do cotidiano, não deveria ser atribuição do RH, mas sim, dos líderes. Os gestores de pessoas são os gestores das equipes.

Se o RH precisa fazer a gestão de pessoas acontecer é porque, provavelmente, os líderes não estão liderando de verdade. Para boa parte deles, o papel é “entregar produtividade e ser especialista no processo em que eles fazem a gestão”, cabendo ao RH cuidar das pessoas.

Tudo bem que o RH é o especialista em gente, mas seu principal papel, nesse contexto, é de instrumentalizar e capacitar líderes para assumirem essa gestão. O setor de Recursos Humanos é, ou deveria ser, o maior e melhor parceiro que os líderes podem ter para serem bons gestores de pessoas.

Quando o líder “terceiriza para o RH” o que deveria ser o exercício da sua liderança, cria-se uma cultura de que “problemas com as pessoas são problemas do RH”. Por isso que muitos líderes são resistentes para fazerem (de verdade, e não apenas “para inglês ver”) e apoiarem as avaliações de desempenho, feedbacks, ações de melhoria de clima organizacional, treinamentos etc.

“São coisas de um RH que fica inventando isso porque não entendem nosso dia a dia…”, muitos pensam.

Cada vez mais o RH é solicitado a falar a língua dos negócios e os gestores da empresa são solicitados a tratar de pessoas. Muitos gestores esperam fórmulas mágicas. Precisamos entender que a gestão de pessoas ocorre em todos os departamentos.

O especialista em gestão de pessoas, Dave Ulrich, acredita que os profissionais de RH têm uma dupla responsabilidade com a liderança: a primeira, eles devem ser arquitetos e designers de uma “marca da liderança”. Eles devem ajudar a identificar qual a marca que a liderança deve ter e avaliar as pessoas com base nisto. Em um segundo papel, o RH deve ter um modelo de comportamento e resultado que os outros líderes devem seguir.

Cada vez mais o RH precisa assumir o papel de influenciador de lideranças.

E como conseguir espaço junto aos gestores para ser ouvido por eles? É necessário, antes de tudo, ganhar a confiança da equipe de gestão e, a melhor forma de fazer isso, é mensurando e mostrando os resultados e a agregação de valor das ações realizadas pelo RH.

De que adiantariam excelentes programas motivacionais, arrojadas políticas de cargos e salários e grandes investimentos em treinamentos se os líderes limitam as pessoas, promovem um clima inadequado à motivação, criam uma contracultura organizacional e não valorizam as boas iniciativas? Cabe ao RH ser parceiro dos gestores para que esses possam ser os verdadeiros catalisadores do potencial das pessoas.

Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem
Fotografia em evento no auditório do SESI em Belém/PA

MARCELO DE ELIAS é mestre em inovação e design com MBAs em Estratégia, Gestão de Pessoas, formação internacional em gestão da mudança em tempos desafiadores e pós-graduado em neurociências. Conteudista especialista em protagonismo e gestão de mudanças, é professor da FGV, FDC e outras escolas de negócios. Escritor e fundador da Universidade da Mudança. Pioneiro no assunto “Inner Skills” no Brasil.

Quer saber mais sobre MARCELO DE ELIAS e como ele pode ajudar a sua empresa nos desafios relacionados às mudanças, inovações, liderança e protagonismo pessoal, clique aqui: http://marcelodeelias.com.br/

Conheça também o portal da Universidade da mudança: www.universidadedamudanca.com.br

Se quiser saber mais sobre o que fazemos, conheça nosso media-kit: https://marcelodeelias.com.br/portfolio/

Se desejar um orçamento sem compromisso ou entender mais sobre nossos trabalhos e em que podemos ajudar sua organização, entre em contato com nossa equipe por aqui: https://marcelodeelias.com.br/contato/